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Culto Dominical

Cultos em Português e Japonês todos os domingos, às 9h da manhã.

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Possuímos trabalho com crianças até 11 anos todos os domingos, informe-se.

Reunião de Mulheres

Toda Terça-Feira as mulheres se reúnem a tarde em uma reunião bem animada, entre em contato e saiba mais.

 

Cristo é a única esperança

 

Achei na Internet: a Terra é bem pequena perto do Sol (cerca de 109 vezes menor), mas por sua vez o próprio sol é minúsculo quando comparado com outras estrelas. Aliás, quase some quando comparado à nossa galáxia. Mas nossa própria galáxia é apenas uma ínfima parte do universo cujo tamanho seria de, no mínimo, 93 bilhões de anos-luz.

 Embora seja comum ter uma visão de Deus como que restrito a este mundo, a Terra, o apóstolo Paulo nos dá uma pista da grandeza dele ao dizer que nele vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17.28). Há uma única Divindade a quem em nossa cultura chamamos de Deus; não é possível haver outra, pois Ele não faz parte do todo, mas é o todo que faz parte dele. A Divindade é absolutamente perfeita em tudo, inclusive em amor.

 

 Pois esse ser infinito em poder e amor quis preparar este cisco de areia cósmica e torná-lo habitável (e aprazível) e nele colocou o ser humano, criado para relacionar-se com Ele. Havia um projeto para o homem. Todo o infinito é sujeito à vontade do Criador, mas essas pulguinhas do grãozinho quiseram fazer prevalecer sua vontade, à revelia da Divindade. O que se narra no capítulo 3 do Gênesis não é apenas comer uma fruta. O grande problema da humanidade é que, ao desobedecer ao nosso Criador colocamos nossa vontade acima da dele – sem perceber, quisemos ser deuses (e na verdade repetimos isto a cada vez que desobedecemos ao menor dos mandamentos). Assim, o homem falhou – criado para ser gente, em sua rebelião tornou-se menos gente e gradativamente foi se desumanizando.

 Além dos noticiários que falam “dos outros”, conheço o meu próprio coração. Eu e o resto da humanidade nos afastamos muito do projeto de Deus para nós. Rebeldes contra o Criador, construímos nosso próprio caminho. Pasme: no meio de todo o infinito obediente, um cisquinho de areia é habitado por uma raça rebelde. Não consigo entender por que simplesmente não nos exterminou... ou melhor, consigo sim: por causa de seu amor.

 A vinda de Jesus, o Filho de Deus, é estupenda, pois aquele que é tudo se esvaziou para se tornar parte: “embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se” (Filipenses 2.6).

 Como homem, Jesus de Nazaré viveu de forma perfeita, e como diz um pregador a quem muito prezo, foi o primeiro a ser gente como gente deve ser. O primeiro homem falhou em obedecer, mas Jesus obedeceu até as últimas conseqüências.

 A morte de Jesus não foi um acidente: ele não foi pego de surpresa. A grande diferença entre a cruz de Cristo e a de tantos outros barbarizados pelo mesmo meio é que Jesus podia perfeitamente impedir esse desfecho – mas escolheu não impedir.

Assim como em um tuberculoso não adianta apenas tentar aliviar a tosse, a humanidade toda se tornou inimiga do Eterno e não adianta andar com listas de “pecados-a-não-cometer”, pois o problema maior é a causa: a condição de rebeldia, mesmo que despercebida, contra o Criador.

 Sem Jesus não tínhamos a menor capacidade de voltar para Deus. Nenhum esforço seria suficiente, pois nossos melhores esforços são nada diante do tamanho da ofensa. A única esperança de reconciliação com a Divindade é Jesus, o homem perfeito. Aqueles que reconhecem Jesus de Nazaré como o Cristo, o Filho de Deus, e se sujeitam de volta à Divindade manifestada em Jesus, são libertos da grave doença chamada “pecado”. Tornam-se então seus discípulos – isto é, alunos, aprendizes.

 Isto é salvação. Ser libertos para voltar ao relacionamento de obediência e dependência do Criador, e começar uma longa jornada de crescimento, usufruindo a maravilhosa companhia do Mestre que nos ensina a ser gente como gente deve ser.

 


Miguel Herrera em parceria com Roland Körber

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